Acreditar é o primeiro passo para o sucesso

Acreditar é a melhor saída.
Bem Estar

Acreditar é o primeiro passo para o sucesso de qualquer empreendimento, seja ele corporativo ou não. Assim como o desejo, a confiança é o ponto de largada.

Já imaginou um vencedor duvidando do seu planejamento? Lógico que não, já que a dúvida semeia insegurança, o que invariavelmente resulta em fracasso.

Em meio a pandemia o vírus me atingiu.

Após mais de um ano de cuidados, muita precaução e já com a primeira dose da vacina no braço, a doença me pegou.

Talvez como nunca antes na vida o medo tentou abocanhar meus nervos, mas não conseguiu e dessa vez, apesar do tropeço inicial me saí bem.

Acreditar no melhor desfecho é fundamental

Gente, até que gostaria de escrever algo engraçado sobre tudo o que vivi, mas sinto dizer que não dá. E sabe por que? Porque além do vírus tive que lutar contra a irracionalidade.

Ah… pessoal, quanta bobagem temos que ler nos jornais e ouvir da boca de líderes, amigos e gente de toda a espécie!

Ando sem paciência.

Bem, melhor voltar para a minha trajetória.

Pelo meu seguro saúde a assistência online indicou o tratamento “kit covid”, com remédios que jamais acreditei. Mas, assistida por um infectologista indicado por familiares, fui em frente no que acreditava como certo.

Entenderam?

Eu tinha uma convicção e confiava na fala dos cientistas, além de na memória os incontáveis debates que via nos noticiários, onde tirava minhas próprias conclusões do que considerava certo ou errado, passível de crédito ou não.

Mas o vírus não apenas entrou na minha casa. Ele se aboletou na minha filha e depois, descaradamente dentro de mim, abduziu por alguns dias a minha inteligência!

E agora? Por vezes indagava se aquilo era verdade e o susto foi grande.

Acreditar no sucesso foi o primeiro passo para a cura, mas o tratamento que o seguro saúde indicava ia pela estrada oposta da minha caixa cinzenta.

Procurar o melhor caminho e acreditar nele é a solução

Gente, pensa o seguinte, imagine-se com milhões de teorias e crenças do que é certo. Mas de repente o bicho pega no seu quintal e aquela teoria toda não bate de imediato na sua porta e como tratamento lhe apresentam o inverso do que sempre acreditou.

Belo teste, hein?

Devo confessar que precisei de uma certa dose de sorte para ter em mãos a lupa que me levasse ao caminho certo.

Mas, sendo fiel com a verdade e como a primeira a pegar o bicho louco foi a minha filha, a princípio não consegui legislar sobre a vida dela, da mesma forma que posteriormente gerenciei a minha.

Tomada pelo medo e susto, apesar de extremamente contrariada, segui a receita que o médico do seguro saúde indicou.

Minha gente, contra o vírus a indicação padrão tinha antibiótico, vermífugo, cortisona e novalgina.

Confesso que neste primeiro momento fracassei diante de todas as minhas convicções e lá fui eu, de forma desalentada caminhando para a farmácia a fim de comprar esse monte de baboseira.

Irritada, já no balcão e diante da atendente, bravejei contra tudo aquilo, mas deixei uma boa quantia em dinheiro no caixa da drogaria.

A diferença entre legislar com sobriedade ou não

Diante do impacto e da visceral relação mãe e filha, eu, a ativista de plantão, a anti tudo o que fugia à ciência e aos impropérios que assistia pela TV, sucumbi diante da ignorância.

Sim, enfiei goela abaixo do meu rebento de 20 anos, uma infinidade de comprimidos inúteis.

Estava assustada, insegura e segui junto com a boiada sem pensar em mais nada.

Vai que 3 dias depois vi meu próprio corpo com o bicho, a sorte mudou de lado e sobre mim mesma exerci o poder de escolha.

Também tive a mãozinha de meus filhos mais velhos e minha nora que, preocupados com minha idade, marcaram consulta com um infectologista com miolos saudáveis no cérebro!

Durante respeitáveis minutos conversamos muito mais do que sobre a doença e logicamente a política e suas sandices vieram à baila.

Acreditar é o primeiro passo, o resto vem depois e nesse galope não passa boi, não passa boiada, mas uma gente que pensa, reflete e age de acordo com a ciência.

Ah… apesar de fracassada diante do tratamento que havia iniciado com a filha, eu o interrompi e passei a seguir comigo e com ela as diretrizes que o bom médico nos dava.

Estamos as duas bem e curadas, seguindo receita muito simples: repouso, boa alimentação, água e escuta atenta ao próprio corpo. Além do acompanhamento via whatsapp 2x ao dia, relatando o nível de oxigenação e contagem do número de inspirações por minuto.

Remédio? Novalgina, se fosse preciso.

A confiança no médico, sua assistência e segurança no tratamento foram fundamentais.

Ah… mas a sua doença foi branda! Graças a Deus sim, já que apenas tive sintomas de uma gripe bem forte e dor de cabeça, mas isso graças a ciência, que produziu uma vacina cuja primeira dose eu já havia tomado.

Moral da história que não foi da carochinha

Diante do susto e da insegurança é bem difícil tomar uma atitude assertiva. Assim foi comigo e desta forma pode ser com você.

É imprescindível fugir das trepidações emocionais e buscar na consciência os créditos da razão, antes de entrar numa boa briga.

Ah, por último e não menos importante, aceite a boa ajuda e conte com a sorte.

Por fim, não poderia deixar em branco essa grande oportunidade de gritar:

SALVE A CIÊNCIA E FORA BOLSONARO!

11 comentários “Acreditar é o primeiro passo para o sucesso

  1. Amei o texto!
    “Acreditar é sempre o primeiro passo para o sucesso” que verdade! Viva a ciência, viva a vacina, viva vc! ❤️

  2. Me vi representada em seu texto e assim como vc venci o primeiro impacto do diagnóstico e segui o caminho da ciência!! Estamos todos bem! Viva a ciência 👏🏻👏🏻👏🏻

  3. Confesso que fiquei assustada tendo minha irmã e sobrinha com o vírus percorrendo o corpo. Confesso também que a coragem das duas ao enfrentar essa jornada, foi um lição para mim!
    Que bom que tudo correu bem e tivemos um final feliz!!

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